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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Datas importantes no calendário do ROCK!!!

18 de julho de 1953
Um caminhoneiro de 18 anos entra no estúdio da Sun Records, em Memphis, querendo gravar um compacto para presentear a própria mãe. A funcionária do estúdio pergunta a ele qual seu estilo, ele responde: "Todos". Grava My Happiness e That's When Your Heartaches Begin, hits da época, e leva um disco de acetato com as gravações. A funcionária anota: "bom cantor de baladas". O cara é Elvis Aaron Presley. Um ano depois, o dono do estúdio, Sam Phillips, à procura de um cantor que pudesse cantar blues em ritmo de boogie-woogie, telefona para o caminhoneiro — que em julho de 1954 gravou o primeiro single oficial, That's All Right, Mama, e tornou-se um dos reis do rock.
6 de julho de 1957
Na festa de sábado à tarde no pátio da igreja de Woolton, subúrbio de Liverpool, uma das atrações é o showzinho de skiffle (o rock'n'roll britânico da época) da banda The Quarrymen. À frente da banda, um rapaz ruivo e topetudo de camisa xadrez, chamado John Winston Lennon, de 16 anos, chama a atenção de um outro músico na plateia — James Paul McCartney, 15, que foi à festa a convite de um amigo comum, Ivan Vaughan. Nos bastidores, em um intervalo do show, Vaughan apresenta Paul a John. O mais novo logo pega um violão e mostra seus dotes, tocando Twenty Flight Rock, de Eddie Cochran. John pensa: "Esse cara toca tão bem quanto eu. É melhor convidá-lo para a banda". E aí surge a maior dupla de compositores do século 20.
3 de fevereiro de 1959
A turnê Winter Dance Party reúne nomes reluzentes do rock americano — entre eles, os cantores Buddy Holly, J.P. "Big Bopper" Richardson e Ritchie Valens (sim, o cantor de La Bamba). Mas faz tanto frio que Holly decide fretar um avião para a viagem entre as cidades de Clear Lake, Iowa, e Moorhead, Minnesota. Há lugar para três passageiros. Holly iria levar junto seus colegas de banda, mas Richardson, gripado, pede uma vaga no voo. Valens sorteia na moeda o último assento. O avião decola à 1h do dia 3 e cai poucos minutos depois — investigações apontam mau tempo e falha do piloto como causas prováveis. Holly, Valens, Richardson e o piloto morrem na hora. A data é lembrada nos Estados Unidos como O Dia em que a Música Morreu.
7 de maio de 1965
Depois de um show no estádio Jack Russell, na cidade de Clearwater, Flórida, o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, está dormindo no hotel Jack Tar Harrison. Na madrugada, acorda com um riff irresistível na cabeça: pega a guitarra, grava o tema e volta ao sono. Dias depois, ele e Mick Jagger terminam a música, com o vocalista escrevendo a maior parte da letra. Na gravação, no dia 12, Richards toca o riff com a guitarra turbinada pelo efeito fuzz — é até possível ouvir o pedal sendo acionado durante a música. A canção recebe o título de (I Can't Get No) Satisfaction, e o rock ganha um de seus hinos.
27 de agosto de 1965
Um encontro da nobreza do rock: em turnê pelos Estados Unidos, os Beatles vão visitar o ídolo Elvis Presley, na mansão do cantor em Los Angeles. John, Paul, George e Ringo encontram Elvis sentado em um sofá, com a TV ligada e sem áudio, tocando um baixo. Depois de alguma timidez, os cinco falam sobre suas turnês e seus fãs. Ainda fazem uma breve jam session com baixo, violão e piano, mas ninguém grava...
15 de agosto de 1969
O cantor folk Richie Havens, munido apenas de seu violão, abre a Feira de Arte e Música de Woodstock, em uma fazenda no interior do estado americano de Nova York. O que se segue é a entrada definitiva do rock na era dos eventos de massa: em três dias, 500 mil pessoas assistem a shows de alguns dos grandes nomes da cena roqueira: Santana, Janis Joplin, The Who e Jimi Hendrix — este, ao tocar na guitarra o hino americano Star Spangled Banner, fornece o som e a imagem que simbolizam a festa.
4 de junho de 1976
São cerca de 40 pessoas na plateia do Lesser Free Trade Hall, em Manchester, para assistir ao show dos Sex Pistols. Quase todas elas saem dali decididas a virar rockstars, inspiradas pela performance da banda. Pelos relatos, alguns dos presentes são Pete Shelley e Howard Devoto (Buzzcocks), Peter Hook e Bernard Sumner (Joy Division e New Order), Mark Smith (The Fall) e Morrissey (The Smiths). O punk rock começa a influenciar (todo) o rock que veio depois.
28 de fevereiro de 1984
Michael Jackson sai da 26ª cerimônia do Grammy com nada menos que oito estatuetas para o álbum Thriller (1982). Dois dos prêmios — Gravação do Ano e Melhor Performance Vocal de Rock Masculina — vão para a canção Beat It, um dos maiores hits do álbum. Beat It traz um dos riffs mais conhecidos da música popular e sela a aproximação entre o rock e a black music, derrubando uma fronteira mais mercadológica que artística — o vídeo da canção é um dos primeiros lançados por um artista negro a ganhar destaque na MTV. O guitarrista Eddie Van Halen gravou o solo — e não cobrou nada pela canja.
11 de janeiro de 1985
Às 18h, Ney Matogrosso entra no palco da Cidade do Rock — uma área de 250 mil metros quadrados construída na Barra da Tijuca especialmente para o festival Rock In Rio. Nos próximos dias, o evento recebe figurões do rock mundial: Queen, AC/DC, Iron Maiden, Rod Stewart, Yes, Scorpions e Ozzy Osbourne, entre outros. Também estão no festival bandas nacionais — Paralamas do Sucesso, Blitz, Barão Vermelho, Lulu Santos, Kid Abelha. O evento consolida o rock brasileiro como fenômeno popular: a cobertura na TV atrai a atenção do grande público e dezenas de novas bandas surgem nos anos seguintes.
17 de abril de 1991
Com a habitual falta de cerimônia, o guitarrista e cantor do Nirvana, Kurt Cobain, anuncia ao público do OK Hotel, em Seattle, uma nova canção da banda: Smells Like Teen Spirit. É a primeira vez que o trio toca a música em público, e um mês depois eles estão em Los Angeles, no Sound City Studios, para gravá-la. Ela torna-se o primeiro single do disco Nevermind, que chega às lojas em setembro. O vídeo de Smells... abre caminho na MTV e o Nirvana inaugura uma nova revolução no rock, mais tarde definida como grunge — no qual canções com estrofes melódicas e estribilhos gritados (e vice-versa) são a palavra de ordem.

Bjinho
Rafa

Dia mundial do ROCK!!!

"A música rock (ou simplesmente rock) é um termo abrangente para definir gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1960. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinqüenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o gospel, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".
No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".
A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos."

Bjinho
Rafa

domingo, 28 de junho de 2009

São joão


Desculpe a demora. Adoro São João, não poderia nunca postar nada aqui sobre essa festa desses três santos tão populares.

Bjinho
Rafa

sábado, 13 de junho de 2009

Ainda o dia dos namorados...

Que tal um pouco de Pessoa?



Bjinho
Rafa

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tristão e Isolda

Dica de leitura no dia dos namorados:
O que em geral mais se elogia em 'Tristão e Isolda' é o fato de terem sido exemplos do amor cortês, cheios de virtude, guardando-se contra os apelos do amor carnal, por mais perdidamente que se amassem, a ponto de estenderem entre os dois, ao se deitarem para dormir na floresta, o gume duplo de uma espada nua, pronta a esfriar neles qualquer assomo de calor apaixonado. O que se lê neste livro, no entanto, é uma história diferente. Tristão e Isolda amavam-se perdidamente, mas não perdiam ocasiões de se acharem como manda o figurino dos amantes, atendendo com prazer aos sempre renovados reclamos de seus corpos jovens e saudáveis.


"Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marc da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marc. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marc, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem a Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda o traiu. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza."

Bjinho
Rafa

terça-feira, 26 de maio de 2009

25 de maio -- Dia do Orgulho Nerd


Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas atividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de atividades físicas e considerado um solitário pelos seus pares. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia.
Segundo Paul Graham, "Existe uma relação entre ser esperto/inteligente e ser nerd, ou melhor, há uma correlação inversa maior ainda entre ser nerd e ser popular. Se ser esperto parece fazer a pessoa não popular" de forma análoga vem a conotação pejorativa.
Os Nerds são conhecidos por um determinado estereótipo, muito divulgado em filmes ou desenhos animados, que geralmente não correspondem a realidade. Eles não têm um padrão próprio de vestuário e são muito sociáveis quando se sentem confortáveis no ambiente.
Apesar de serem uma Tribo Urbana, é difícil reconhecê-los no dia-a-dia pois, ao contrário das outras tribos, não tem um estilo facilmente reconhecível à primeira vista. Tampouco gostam dos mesmos tipos de música, e nem todos freqüentam os mesmos lugares (apesar de uma grande parte frequentar convenções de quadrinhos e ficção científica).
CDF X NERD
No Brasil, chama-se CDF o indivíduo inteligente que se dedica muito aos estudos. Usa-se a sigla ou acrônimo "CDF" significando "Cabeça-de-ferro" ou ainda "Crânio-de-Ferro", vulgarmente chamado pelos que não tem essa qualidade de "cu-de-ferro" devido aos extensos períodos que fica sentado estudando.
É comum confundi-los com os nerds. Entretanto, existe uma diferença entre nerds e "CDF"s: enquanto no primeiro grupo encaixam-se os naturalmente interessados em algum assunto cultural (jogos, livros, filmes...), podendo não ir bem na escola; o segundo costuma referir-se a jovens normais, perfeitamente sociáveis e de aparência convencional, em idade ginasial que nem sempre têm a escola como ponto central de suas vidas, mas despendem um bom tempo aos estudos, resultando em algumas características como obtenção de notas altas, questionamento sobre veracidade da informação passada, mas ainda podem manter-se comunicativos e com boa popularidade entre os colegas e amigos. Os "CDF"'s são nada mais nada menos que jovens que gostam de estudar. Convém lembrar que há nerds que não gostam de estudar, sobretudo assuntos que não despertam interesse.
Fonte: Wikipédia.

Bjinho
Rafa

Ps: Descobri, sou CDF!!!

sábado, 25 de abril de 2009

Liberdade!!!

Eu falando em liberdade, quando Nelson Mota lembra dos 40 anos de Woodstock. Impossível não colocar esse vídeo. Além da excelente performance do Joe Cocker, fica a mensagem de paz, de harmonia, de celebração, e de amor que o festival passou.



Bjinho
Rafa

Ps: Um outro mundo é possível.

Dia mundial do livro

Esqueci de falar sobre o dia mundial do livro, sorry. Bem, todos sabem sobre o porquê dessa data, blablablawhiskasache. Vamos ao que interessa, LIVRO!
Infelizmente nesse ano não passei lendo algo por livre e espontânea vontade. Ao contrário, li um livro para a facul, mas ao menos li um livro, dos males o menor. A dica que eu deixo é História do cerco de Lisboa, do Saramago. Lindo livro, de uma sensibilidade tamanha. Não é um dos badalados do autor, até por que os protagonistas são duas pessoas de meia idade. É necessário uma certa sensibilidade por parte do leitor para captar a grandeza da obra. Se for o seu caso, delicie-se com a trama. Descubra como um “não” pode ser capaz de ligar duas pessoas tão profundamente. Dica: atente-se nos cabelos dos protagonistas, não tem como não se emocionar com o diálogo entre eles, explicando-se o porquê de (não) pintar os cabelos. Tocante, emocionante, LINDO.
Literatura é isso.
Fica a dica.
Bjinho

Ps: Leia algo. Vale a pena.
Rafa

Sobre cravos...

Há 35 anos atrás, em Portugal, ocorria a Revolução dos Cravos, uma ação que culminou com o fim do regime militar naquele país. Gosto dessas datas celebrativas, que nos trazem algo positivo. Infelizmente a nossa ditadura não caiu pelo mesmo motivo, bem pelo contrário, caiu por incompetência mesmo, tanto que a inauguração da democracia deu-se com a posse de um defensor da ditadura, esse mesmo que não sai da mídia, até os dias de hoje. Lembremos do caso luso, a quem interessar possa existe um filme excelente que trata sobre o assunto, Capitães de Abril. Mas porque toda essa introdução? Para falar de outra celebração, meu aníver. Sei que fiquei devendo essa reflexão a algum tempo, mas o problema é justamente esse, o tempo. Ou melhor, a falta dele. Lembrando da Revolução dos Cravos começo a pensar no fim da ditadura que havia sobre mim. Ou melhor, da ditadura que há sobre os jovens. Agora não preciso me explicar o porquê de não comemorar meu aniversário em uma casa noturna e sim em uma pizzaria, não preciso explicar porque eu prefiro ouvir Chico ao invés de Madonna, não preciso saber quem é NXzero, não preciso usar um corte de cabelo que dá o maior trabalho, não preciso inventar uma desculpa para não sair e ficar em casa com um bom livro ou um bom filme, dentre outras cositas mas. Ok, não quer dizer que eu fazia tudo isso. Vocês sabem como eu sou, supersincero, aprendi cedo a ligar o foda-se, mas sempre tinha que argumentar [saco!!!]. Pronto, finalmente sou de outra geração [que alívio]. Claro, nem tudo são flores, mas não penso nos aspectos negativos, só nos positivos. Sinto-me aliviado com meus 26 aninhos. Mais maduro, seguro, experiente; e livre da ditadura juvenil-adolescente para poder mergulhar no que estar por vir.
Aos meus amigos, espero por vocês. Ando ausente, mas lembro-me de todos que me tocaram.
Bjinho
Rafa

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Dia do beijo


Portanto, beijem-se...


Bjinho

Rafa

domingo, 12 de abril de 2009

Eu [ainda] não me arrependo de nada



Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)

Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus "tremolos" (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!
Começa com você

Bjinho
Rafa

terça-feira, 7 de abril de 2009

Páscoa!!!


Quem manda ser um coelhinho tão gostoso...
Bjinho
Rafa

terça-feira, 31 de março de 2009

domingo, 8 de março de 2009

Dia internacional da mulher [3]



Bjinho
Rafa

Dia internacional da mulher [2]


Bjinho
Rafa

Dia internacional da mulher

Meu nome é MULHER
No princípio eu era a Eva
Nascida para a felicidade de Adão
E meu paraíso tornou-se trevas
Porque ousei libertação.

Mais tarde fui Maria
Meu pecado redimiria
Dando à luz aquele que traria a salvação
Mas isso não bastaria

Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade

Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!

Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família

Sou caminhoneira, taxista, piloto de avião
Policial feminina, operária em construção.
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é Competência
O meu nome é Mulher!!!

Bjinho
Rafa

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Finalmente!!!

Demorou mais veio!!
Parabéns para a Kate, esse merece!!!



Bjinho
Rafa

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Raridade

Ainda em ritmo de carnaval, um clime de Rauzito cantando com Wanderléia marchinhas de carnaval para o Cansástico.
Aumente o som e curta.



Bjinho
Rafa

Entrando no ritmo...[parte final]

Se precisarem de mim....fiquem na mão.
Estou indo pra praia, mas eu volto....
Bjinho
Rafa

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Origem do Carnaval

Embora tenha anos de tradição no Brasil e no mundo, o carnaval não começou com escolas de samba desfilando pelas ruas e mulheres bonitas sambando com fantasias superproduzidas. A história da festa que hoje mobiliza milhares de pessoas durante o ano tem início controverso: alguns dizem que já existiam comemorações parecidas nas sociedades greco-romanas e egípcias da antiguidade, e outros argumentam que o verdadeiro carnaval nasceu na Idade Média, com o surgimento da Quaresma criada pela igreja Católica.
Segundo o pesquisador Felipe Ferreira, autor de "O livro de ouro do carnaval brasileiro", as comemorações pagãs antes de Cristo foram precursoras de todo tipo de festa publica e não apenas do carnaval. Em seu livro, ele escreve que as festas em homenagem à deusa Isis ou ao deus Baco, por exemplo, incluíam pessoas mascaradas, bebidas e outros excessos. Mas foi só nos primeiros séculos da era cristã que há relatos mais detalhados de festas que juntam máscaras, fantasias e desfiles.
Segundo ele, nesse sentido, o conceito de carnaval é duplo, podendo significar tanto um espírito festeiro, que pode se manifestar em qualquer época do ano, quanto o carnaval em si. “Em suma, no carnaval existe carnavalização, mas nem toda carnavalização é um carnaval”, escreve.
'Bota-fora' para a Quaresma
No ano de 604, o papa Gregório I definiu que, num período do ano, os fiéis deveriam se dedicar exclusivamente às questões espirituais. Seriam 40 dias em que se deveria evitar sexo, carnes vermelhas e festas. Quase quinhentos anos depois, a irmandade católica definiu as datas oficiais da chamada 'Quaresma', e o primeiro dia dela se chamaria ‘quarta-feira de cinzas’.
Aconteceu que os dias antes dessa quarta-feira começaram a ser de intenso consumo de carnes, bebidas e de festa. A esse período deu-se o nome de ‘adeus à carne’, ou ‘carne vale’ em italiano, que, depois, passou a ser ‘carnevale’. A palavra virou sinônimo do que seria uma espécie de antônimo da Quaresma. “As ruas enchiam-se de gente fazendo tudo aquilo que não se devia ou não se podia fazer durante o resto do ano. [...] O que dava o caráter especial ao carnaval era a grande concentração de brincadeiras num mesmo período, a proximidade com a longa abstinência com a Quaresma e o fato de a coisa toda ter dia e hora marcados para acabar”, escreve Felipe Ferreira.
Os dias de festa antes da Quaresma passaram a ser apoiados, embora não oficialmente, pela própria igreja, que dessa maneira podia cobrar mais rigor religioso no perído pós-folia.
Durante a Idade Média, o 'bota-fora' para a Quaresma tinha máscaras e fantasias. As mais comuns eram de urso e de homem selvagem. Em peças teatrais, que se tornaram uma das principais atrações das comemorações carnavalescas, o 'Senhor Carnaval' lutava contra a 'Dona Quaresma'. Nessa época, os jovens eram os grandes organizadores das brincadeiras de carnaval, formando grupos (as 'sociedades alegres') e se apresentando na cidade.
Fonte: http://g1.globo.com/Carnaval2009/0,,MUL1006092-16634,00.html

Bjinho
Rafa